Glória Fácil...

...para Ana Sá Lopes (asl), Nuno Simas (ns) e João Pedro Henriques (JPH). Sobre tudo.[Correio para gfacil@gmail.com]

segunda-feira, fevereiro 28

Óscares

Um dia, quando for grande, hei-de voltar a ter tempo para noitadas de Óscares. Para já não tenho. Seja como for, parece-me que o filme do Clint foi o justo vencedor. Digo-o apesar de não ter visto - mas é o que me dizem e acredito. (Só vejo filmes para adultos na TV).
|| JPH, 19:57 || link || (1) comments |

Aforismos para uso pessoal

Gosto muito de aforismos para uso pessoal.
Hoje, por exemplo, ocorreu-me que é muito melhor discutir geoestratégia ao som de uma morna do que discutir geoestratégia ao som de galheteiros. Apetecia-me escrever isto, é uma mensagem codificada, tão cifrada que só talvez mais duas ou três pessoas percebam do que eu estou a falar. Geoestratégia e galheteiros? Isto é cifrado - é para meu uso exclusivamente pessoal - mas é mais ou menos do senso comum. Penso que qualquer pessoa com um mínimo de gosto achará que é melhor discutir geoestratégia ao som de uma morna do que no ruído de um restaurante de frequência duvidosa (o JPH costuma lá ir).
Lembrei-me disto ao ler o aforismo de Vital Moreira, há bocado escrito no Causa Nossa (peço desculpa, mas o meu computador não linka):
"Por melhores que sejam ou julguem ser, os "treinadores de bancada" raramente são bons jogadores..."
Dr. Vital, tendo em conta o interessante momento que se vive no país, o seu aforismo pessoal é, como diria Pacheco Pereira, todo um programa...
|| asl, 17:43 || link || (0) comments |

"As escolhas de Marcelo"???

E por que não chamar-lhe "O monólogo de Marcelo"?
|| mjo, 16:04 || link || (0) comments |

domingo, fevereiro 27

O melhor não comentário do dia

Passo agora a comentar a situação do PS pós-eleições.


...


...

Pronto.
Já acabei de comentar a situação do PS pós-eleições.
|| Nuno Simas, 19:44 || link || (1) comments |

O único autor de quem o JPH leu a obra completa

Aqui também não nos esquecemos de Cesário Verde, nunca nos esquecemos de Cesário, faz parte dos nossos deslumbramentos e é mesmo o único autor de que JPH conhece a obra completa.


DESLUMBRAMENTOS


Milady, é perigoso contemplá-la,
Quando passa aromática e normal,
Com seu tipo tão nobre e tão de sala,
Com seus gestos de neve e de metal.
Sem que nisso a desgoste ou desenfade,
Quantas vezes, seguindo-lhe as passadas,
Eu vejo-a, com real solenidade,
Ir impondo toilettes complicadas!…
Em si tudo me atrai como um tesoiro:
O seu ar pensativo e senhoril,
A sua voz que tem um timbre de oiro
E o seu nevado e lúcido perfil!
Ah! Como me estonteia e me fascina…
E é, na graça distinta do seu porte,
Como a Moda supérflua e feminina,
E tão alta e serena como a Morte!…
Eu ontem encontrei-a, quando vinha,
Britânica, e fazendo-me assombrar;
Grande dama fatal, sempre sozinha,
E com firmeza e música no andar!
O seu olhar possui, num jogo ardente,
Um arcanjo e um demónio a iluminá-lo;
Como um florete, fere agudamente,
E afaga como o pêlo dum regalo!
Pois bem. Conserve o gelo por esposo,
E mostre, se eu beijar-lhe as brancas mãos,
O modo diplomático e orgulhoso
Que Ana de Áustria mostrava aos cortesãos.
E enfim prossiga altiva como a Fama,
Sem sorrisos, dramática, cortante;
Que eu procuro fundir na minha chama
Seu ermo coração, como a um brilhante.
Mas cuidado, milady, não se afoite,
Que hão-de acabar os bárbaros reais;
E os povos humilhados, pela noite,
Para a vingança aguçam os punhais.
E um dia, ó flor do Luxo, nas estradas,
Sob o cetim do Azul e as andorinhas,
Eu hei-de ver errar, alucinadas,
E arrastando farrapos - as rainhas!
|| asl, 16:37 || link || (0) comments |

sexta-feira, fevereiro 25

Não parei na estação

Distraí-me, mas não foi por isso: este ano o comboio não parou na minha estação preferida. Como, sem Inverno prévio que nos recolha, é possível suportar a Primavera?
|| asl, 17:57 || link || (0) comments |

As mulheres (um esclarecimento)

Enquanto ele responder assim, vou continuar a perguntar sobre as saias, os vestidos e as botas. Eu nunca lhe disse que queria a verdade
|| asl, 17:40 || link || (0) comments |

quinta-feira, fevereiro 24

As mulheres (II)

- Estou bonita?
- Estás linda meu amor.
- Não estou nada, estou horrosora, olha para estas peles [diz ela repuxando as bochechas], estou velha...
- 'Tá bem, estás velha, com as peles gastas, velha.
- Estúpido, não estou nada, 'tou linda, não vês?
- Pois, foi o que eu disse...
|| JPH, 21:46 || link || (0) comments |

As mulheres (I)

Todos os dias ela me pergunta "então, gostas?" E eu, porque sou simpático (só por isso) respondo-lhe "sim, gosto [do vestido]" ou "sim, é linda [a saia]" ou "sim, são giras [as botas]".

Todos os dias isto, todos os dias. Digo-lhe sempre que "sim, gosto" na esperança de que ela perceba que só digo "sim, gosto" por simpatia, mais nada. Esperava que ela deixasse de me perguntar. Mas não. Já percebi que é precisamente por dizer sempre "sim, gosto" que ela me continua a perguntar se gosto da roupa dela.
|| JPH, 21:36 || link || (0) comments |

Tão bonito, tão bonito

A Ana tem de escrever mais dias inventados.
Leiam, por favor, o texto aqui em baixo.
|| mjo, 21:17 || link || (0) comments |

Um dia inventado

Os meus amigos perdem comboios. Adiam viagens, mudam de rota à última hora, apanham boleias inesperadas. Os meus amigos às vezes perdem aviões. Pagam taxas suplementares e multas, pagam ataques de ansiedade. Os despertadores funcionam mal nas casas dos meus amigos.
Juan devia ter chegado a Santa Apolónia às duas da tarde. Lembrei-me disso quando, na livraria que eu e os doentes do ambulatório do Júlio de Matos frequentamos com displicência, vi "Os Dias Inventados" de Luís Filipe Castro Mendes. Lembrei-me de ir esperar Juan ao comboio, lembrei-me que Juan devia conhecer Luís.
Quando Juan telefonou ("Perdi o comboio. Se calhar já não me calha ir") achei normal, mas fiquei a olhar para o livro de Luís que não era meu. O Luís tão embrulhadinho, em cima de uma secretária cheia de lixo, à espera de ninguém. O Luís, o doce poeta, o nosso homem em Budapeste, envolvido no papel "bordeaux" da Castil. O Luís não devia ficar assim fechado com os dias de sol bonitinhos da pátria, em Budapeste outra coisa, outra coisa será. Acabei por roubar o Luís a Juan e foi muito bom.

A firme paixão cega fui atado
e com meus males preenchi cadernos.
eu dava-te os cadernos, enlevado
de paixão: mortas aulas, frios invernos.

Mais tarde vi teu nome no jornal:
fugias do país, Revolução!
Quando depois voltaste a Portugal
não quisestes lembrar-te da paixão

que num mover de olhos acenderas
e me levara a copiar Herberto
para esconder seus versos na carteira
de onde podia ver-te de mais perto.

O amor estava em visita, sem demora.
Alguém chamou por ti e foste embora


Luís Filipe Castro Mendes
"Os Dias Inventados"
Gótica
|| asl, 17:09 || link || (0) comments |

A laranjada (em actualização permanente...)

a) o PPD voltou a chamar-se PSD depois de ter sido, durante cinco meses, o PPD/PSD-PSL (populista-social-liberal). Oficialmente, desde as 20 horas de domingo.

b) a queda de Santana Lopes e a ascensão, possível, de Luís Marques Mendes tem uma dupla leitura: é o fim da era dos “sulistas, elitistas e liberais” – há quem lhes chame “os queques” de Lisboa – na direcção do PSD e do regresso dos barões, dos históricos, do grande “partido profundo”, de Bragança a Faro...
[Cavaco, recorde-se, tem as suas origens em Bloqueime, governou em Lisboa, com uma passagem por Oxford, é certo...)
|| Nuno Simas, 15:26 || link || (0) comments |

quarta-feira, fevereiro 23

Títulos

"À espera no centeio"?
Não creio que Salinger gostasse muito desta invenção. Continuo a preferir a escolha da Livros do Brasil.
|| mjo, 18:09 || link || (0) comments |

Era tão bom, não foi?

A União Nacional contra Lopes teve a virtualidade de reunificar famílias e constituir-se num (às vezes surrealista, às vezes surrealista) ponto de encontro de opositores políticos internos, opositores políticos externos e um rol variado de ex-amigos desavindos. O movimento anti-Lopes fez muito pelas certezas de cada um e pelo conforto popular - enquanto esbofeteávamos o prematuro andámos muito contentinhos. São tão lindas as unanimidades, foi tão bom, não foi? Isto é o menos difícil.
|| asl, 17:07 || link || (0) comments |

terça-feira, fevereiro 22

A verdadeira face da direita conservadora

A verdadeira face anti-democrática da direita mais conservadora revela-se nos momentos de derrota eleitoral. Porque quando põe à conta do Presidente da República os resultados de domingo passado, esquece/desvaloriza que:

1. O PR se limitou a pôr os destinos da Nação nas mãos do povo (o que para mim até devia sido feito logo em Julho).
2. Que os resultados demonstram bem, até pela diminuição da abstenção, que já não existia qualquer espécie de correspondência entre a maioria parlamentar e o país eleitoral.
3. Que nos últimos três anos a governação não foi sujeita a nenhum verdadeiro embaraço pela oposição (pelo contrário, quem andou embaraçado a maior parte do tempo foi o maior partido da oposição, o PS, à conta do processo Casa Pia). A coligação PSD/CDS foi derrotada eleitoralmente pelo seu exclusivo "mérito". Paulo Portas integrava essa coligação.
4. E que a "banhada" foi determinada por cinco milhões de eleitores e não apenas por um (Sampaio).

Tudo isto é esquecido nas "análises" que sublinham o papel do PR. O esquecimento resulta, evidentemente, de uma má relação com o princípio da soberania popular.
|| JPH, 15:04 || link || (0) comments |

Surpresa/não surpresa

Uma fonte do gabinete do primeiro-ministro anunciou à Lusa que Pedro Santana Lopes não se recandidatará à liderança do PSD.

Surpresa: que o homem ache mesmo que está na hora de se retirar.
Não surpresa: que uma decisão do líder do PSD seja anunciada por uma "fonte do gabinete do primeiro-ministro".
|| JPH, 14:34 || link || (0) comments |

Mau perder no canil

O Martim entonteceu de vez. Agora insiste em dizer no seu blogue (Mautemponocanil.blogspot.com) que o BE é um dos derrotados das eleições. Primeiro porque, tendo oito deputados, se vai "perder o efeito mediático que era ter Louçã a falar sobre tudo". Segundo, porque prevê (isto é, deseja) que o BE tenha atingido o "princípio de Peter". "Daqui em diante será sempre a descer", diz ele, rezando.

Isto é do campo da tonteria pura. Dizer que o BE é um dos derrotados das eleições é tão tonto como dizer que Jerónimo de Sousa venceu o debate a cinco na RTP. Tresanda a irracionalidade - para já não dizer a muito mau perder.

Vejamos, meu caro Martim:

1. O Bloco quase triplicou o número de eleitos (e "só" tinha estabelecido como objectivo dobrar o número de eleitos.
2. Sendo certo que tinha dito que um dos objectivos era evitar a maioria absoluta do PS, a verdade, agora, é que, tendo o PS alcançado essa maioria, o BE está de mãos completamente livres para fazer a oposição da forma que melhor entende. Está livre da chantagem da "instabilidade" e de novas eleições antecipadas e pode, à esquerda, em concorrência com o PCP, capitalizar todo o eventual descontentamento popular que a governação do PS venha a gerar.
3. Enfim: o Bloco alcançou o melhor resultado que podia ter alcançado. A conjugação do seu resultado com a maioria do PS colocou-o no lugar ideal para, tendo arte para isso, continuar a crescer.
4. Convém nunca permitir que adesões militantes (ou, no caso, rejeições militantes) tirem inteligência às análises dos resultados.

Abraços do
JPH
|| JPH, 14:00 || link || (0) comments |

segunda-feira, fevereiro 21

O fenómeno

É o Bloco de Esquerda, evidentemente. Após aproxidamente 30 segundos de cuidadosa análise eleitoral, verifiquei que o concelho mais bloquista do país é...sim, esse mesmo...o Entroncamento. Tudo tem uma explicação.
|| JPH, 18:55 || link || (0) comments |

O poder é plural como os demónios

O poder é plural como os demónios o poder é plural como os demónios o poder é plural como os demónios o poder é plural como os demónios o poder é plural como os demónios o poder é plural como os demónios o poder é plural como os demónios como os demónios

(Só me ocorre esta "lição" de Barthes, da "Lição", um livro que devia constar na vida de muita gente)
|| asl, 02:10 || link || (0) comments |

domingo, fevereiro 20

Dia de reflexão

Na tarde de sábado fomos jogar à bola para o parque do Inatel. Eles jogaram, eu fiquei num banco de jardim a reflectir. Depois, foi preciso ir ao supermercado. Enquanto enchi o cesto, eles, com a bola, tentaram partir os vidros das lojas do centro comercial.
Quando estava a iniciar um processo verbal razoavelmente audível, popularmente conhecido por “ralhar”, encontrei o comentador político, um dos mais simpáticos e asisados comentadores políticos da praça. Interrompi o processo verbal audível dirigido às crianças e, modulando a voz para o comentador político, passei com ele em revista os últimos dias, o Lopes, o Sócrates, o Sócrates, o Lopes, o Sócrates, o Lopes, o Lopes, o Sócrates. A bola continuava a fazer evoluções no centro comercial e então o comentador político dirigiu-se aos três:
- Quem é que vai ganhar?
- O Sporting.
O comentador político riu e insistiu mais uma vez:
- Quem é que vai ganhar no domingo?
- No domingo não há jogos.
Em seguida, foram ameaçados que se a bola partisse o vidro de uma loja pagavam eles.
|| asl, 18:11 || link || (0) comments |

Legislativas 2005

Foram colocados na coluna da esquerda três links para ir acompanhando a evolução dos resultados. O do STAPE costuma funcionar mal.
|| JPH, 15:49 || link || (0) comments |

terça-feira, fevereiro 15

Em directo do funeral

Se a irmã Lúcia tivesse morrido antes do 25 de Abril, a RTP (do Estado)teria sido certamente forçada a uma exaustiva cobertura das cerimónia fúnebre. Acontece que a irmã Lúcia morreu em 2005. E por isso em vez de termos uma exaustiva cobertura da RTP temos isso e mais uma exaustiva cobertura da SIC e ainda outra exaustiva cobertura da TVI. Todas a dar o mesmo. O pior do "jornalismo" anterior ao 25 de Abril vezes três.

A mim parece-me que a cabeça deste povo arejou muito nos últimos 30 anos: tornou-se mais educado, mais próspero, mais autónomo. Mas evidentemente que os responsáveis das televisões não gostam de um povo assim e portanto toca de puxá-lo para o lugar de onde nunca deveria ter saído, o lugar da ignorância. É neste lugar da ignorância que as televisões que temos gostam de ter o seu povo. Porque é isso que lhes alimenta as programações acéfalas, as respectivas audiências e o respectivo comércio.
|| JPH, 18:40 || link || (0) comments |

Lusomundo

Estou ansioso por ouvir as doutas opiniões dos ardorosos defensores da "reprivatização" da Lusomundo Media se esta for comprada pelos manos Oliveira (Olivedesportos). E isto articulado, evidentemente, com (mais) uma interessante reflexão sobre o "excesso de futebol" na sociedade portuguesa.
|| JPH, 18:05 || link || (0) comments |

sexta-feira, fevereiro 11

Até já André

O André Belo vai suspender a quota no Barnabé. Cumpriu a promessa Lodge/James, há-de voltar. Mas, sim, talvez haja épocas para manter os "pensamentos secretos". Percebo-o. Estou na mesma.
|| asl, 18:34 || link || (1) comments |

Jornalistas, calma

Não há qualquer hipótese do dr. Pacheco Pereira vir a ter na próxima legislatura qualquer poder público relevante sobre os média, quer ganhe Santana, quer ganhe Sócrates, com o voto azul do prof. Cavaco.
Mesmo com o prof. Cavaco Presidente da República,ao que eu sei de leis e constituições, isso será impossível (a menos que por influência indirecta). Pacheco Pereira não substituirá os ministros adjuntos Nuno Morais Sarmento e Rui Gomes da Silva. Talvez a conversa justifique voltar ao assunto.
|| asl, 17:06 || link || (0) comments |

quarta-feira, fevereiro 9

Está alguém em casa?

Sou só eu que venho ver se está tudo em ordem cá em casa?

|| mjo, 02:27 || link || (0) comments |

sexta-feira, fevereiro 4

até já

até daqui a 12 dias. se sobreviver...
|| mjo, 20:32 || link || (0) comments |

O que passa com a idade II

(...)
O pavor dos trinta
As interrogações sobre o próximo milénio
O desgosto ao apagar as mensagens recebidas no telemóvel (...)
|| asl, 16:34 || link || (0) comments |

Pronúncia do Norte

Julgo, por vezes, pensar que a mais bela é a terceirense - espasmos felizes a fazerem intervalos nas palavras. E, depois, talvez a micaelense, muito doce, menos feliz. Mas, só esta é lá do fundo de onde eu venho. Et pour cause.


Há um prenúncio de morte
Lá do fundo de onde eu venho
Os antigos chamam-lhe renho
Novos ricos são má sorte

É a pronúncia do Norte
Os tontos chamam-lhe torpe

Hemisfério fraco outro forte
Meio-dia não sejas triste
A bússula não sei se existe
E o plano talvez aborte

Nem guerra, bairro ou corte
É a pronúncia do Norte

Não tenho barqueiro nem hei-de remar
Procuro caminhos novos para andar
Tolheste os ramos onde pousavam
Da Geada as pérolas as fontes secaram

Corre um rio para o mar
E há um prenúncio de morte

E as teias que vidram nas janelas
esperam um barco pareceido com elas
Não tenho barqueiro nem hei-de remar
Procuro caminhos novos para andar

É a pronúncia do Norte
Corre um rio para o mar

(Rui Reininho)
|| asl, 15:09 || link || (0) comments |

Dúvida (III)

É certo que o Moreirense já não vai retirar ao FC Porto a vitória no campeonato. Mas sabemos todos que ainda falta decidir a taça de Portugal. E que os dois clubes se voltarão a enfrentar. Conseguirá o Moreirense retirar a Taça ao FC Porto? É que, como todos sabemos, o objectivo estabelecido no início da temporada pelo treinador do FC Porto foi ganhar o campeonato e a Taça. Ganhar só o campeonato é uma meia vitória. A outra metade será uma meia derrota.
|| JPH, 01:21 || link || (0) comments |

Dúvida (II)

E agora? Como enfrentará o FC Porto este empate? Esmorece ou agiganta-se? E o Moreirense, inverterá a tendência para se afundar na classificação? De uma coisa tenho a certeza: do FC Porto esperava-se mais; e do Moreirense menos.
|| JPH, 01:18 || link || (0) comments |

Dúvida

Se o Moreirense empata com o FC Porto, quem ganha e quem perde os dois pontos?
|| JPH, 01:08 || link || (0) comments |

quinta-feira, fevereiro 3

O debate

Se quiser ver o debate Santana/Sócrates pela net, clique aqui.
|| JPH, 19:20 || link || (0) comments |

Coisas que não passam com a idade (e tinham-nos prometido)

O ódio, a raiva, a alucinação, o estatuto de ser inerme face às ledas madrugadas (como eu invejo o acordar da Bomba Inteligente ou a argúcia dos posts do Abrupto às 7.25 da manhã)
|| asl, 17:19 || link || (0) comments |

Coisas que passam com a idade

A impulsividade
A timidez
A insegurança patológica
A propensão para a tragédia amorosa
O choro por tudo
O choro por nada
Os ímpetos irrelevantes (...)
A vida
|| asl, 16:47 || link || (1) comments |

terça-feira, fevereiro 1

Jornalismo de "referência"

A campanha desceu abaixo de reles e todos sabemos de quem é a culpa. O repúdio é generalizado mas Santana tem quem lhe faça companhia - e até nos locais mais inesperados. Se querem perceber o que digo leiam a coluna de opinião do jornalista de "referência" Joaquim Vieira na última edição da "Grande Reportagem". Está na página 15, com o título "Público e privado". Um texto sabujo.
|| JPH, 18:12 || link || (0) comments |